30 de abril de 2013

José Armando Vanucci: Dia do "fico" de Patati e Patatá levantam questões importantes.

A nova novela da televisão brasileira está sendo protagonizada pela dupla de palhaços “Patati e Patatá”. O primeiro capítulo desta trama aconteceu na última quarta-feira, durante gravação do “Troféu Imprensa”, quando Silvio Santos, numa brincadeira com tom de verdade, disse que os dois estariam fora da emissora um dia após ganharem a premiação. A alfinetada aconteceu porque o “Carrossel Animado com Patati e Patatá” despencou em audiência, diminuindo as possibilidades do SBT brigar com a Record pela vice-liderança na faixa da manhã. Além disso, a emissora bancava todos os custos da produção do infantil e não recebia nada do licenciamento de produtos com os palhaços. A semana começou sem “Patati e Patatá” na grade do SBT e muitas especulações, mas, hoje, um comunicado oficial diz que “a dupla continua na grade de artistas do SBT, bem como em sua programação. Os palhaços irão apresentar o programa Bom Dia & Cia em revezamento com as duplas Jean Campos e Matheus Ueta, Bozo e Vovó Mafalda, Maísa Silva e Ana Vitória”.

O fato é que essa novela sobre a permanência ou não dos palhaços no SBT e a baixa audiência do programa “Carrossel Animado” abre uma importante discussão sobre conteúdo infantil nas TVs abertas. Este é um segmento que deve ter espaço, afinal é necessário desenvolver o gosto de assistir TV nas crianças para que elas permaneçam nessa plataforma em fases diferentes da vida. Entretanto, os números de audiência e o faturamento estão abaixo do que o mercado deseja. Não é por menos que a Globo e a Record já abandonaram suas atrações infantis e apostam no público adulto para faturar um pouco no período da manhã.

Fonte: José Armando Vanucci (Jovem Pan)

"A Praça É Nossa" quebra preconceitos e lança um casal de personagens gay no humorístico.

Quadro "Os Casados" estreia no "A Praça é Nossa" desta quinta (Foto: Divulgação-SBT)

No A Praça é Nossa desta quinta-feira, 02 de maio, Carlos Alberto de Nóbrega recebe em seu banco "Os Casados". Carlinhos (Chico Fernandes) e Marcão (Ronaldo Assis) são uma dupla diferente que resolveu se casar, mas reforçam sempre que são "marido e marido" e não marido e mulher. Eles afirmam a Carlos Alberto que optaram por uma união estável apenas pela facilidade. "Ter marido é uma vida sem estresse. Se vamos sair ele não fica duas horas escolhendo que roupa vai pôr. Ele não pensa em comprar roupa nova cada vez que tem um casamento. Nem vai ficar irado se na festa houver outro homem vestido igual a ele", justificam.

E ainda: Nina (Marlei Cevada) conversa com Carlos Alberto sobre tecnologia e mostra que sabe tudo de redes sociais.

A Praça É Nossa vai ao ar toda quinta-feira às 22h45.

Palpite: Sangue Bom faz aposta em núcleo jovem.

Com a missão de alavancar os índices de audiência do horário das 19h, derrubados pela antecessora Guerra do Sexos, a romântica Sangue Bom fez sua estreia nesta segunda-feira, 29, na Globo, com um texto de qualidade, ágil, bastante afiado e, sem trocadilho, com sangue novo. O folhetim colorido criado por Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari reserva todas as fichas para recuperar o público de Cheias de Charme(Filipe Miguez e Izabel de Oliveira, 2012), um dos tunfos, inclusive, é arrebatar o público jovem, considerado por pesquisas da emissora dos Marinho como responsável por provocar burburinho nas redes sociais de suas telenovelas. 

Sangue Bom tem uma escalação acertada, com histórias entrosadas, que despertam curiosidade no público; diálogos irônicos e divertidos, que se adequam ao horário proposto; além de logo de cara apresentar uma trilha sonora que flerta com hits considerados "descolados" pelo público jovem. Pelo que foi visto na estreia, a direção de Dennis Carvalho parece repetir o dinamismo de TiTiTi, remake de Maria Adelaide Amaral, em 2010, adaptada da obra de Cassiano Gabus Mendes; e a popularidade da bem sucedida Cheias de Charme.

Ambientada em São Paulo, Sangue Bom conta a história de Bárbara Ellen, atriz decadente que se tornou mal-vista nos bastidores da TV por causa de seu temperamento forte. Sustentada pelo marido cineasta Plínio (Herson Capri), ela faz de tudo para se manter em evidência na mídia, inclusive adotar crianças. É nesse contexto que entra em cena Amora, personagem da Sophie Charlotte, uma das crianças que Bárbara Ellen adotou. A mocinha da novela viveu num lar de adoção com Bento (Marco Pigossi) e Fabinho (Humberto Carrão). Depois de viver diversos dramas como garota de rua e ser adotada, Amora acaba se tornando uma it girl, termo inglês utilizado para as meninas que lançam tendências de moda e muitas vezes acabam famosas por isso. A it girl geralmente influencia pessoas e é copiada no vestir e no comportamento.

Palpite: elenco numeroso prejudica narrativa das novelas

Aparentemente indefesa e confusa quando o assunto é amor, Amora, mesmo crescida, ainda carrega os traumas de ter vivido na rua - daí talvez se explica o jeito mimado e a necessidade de reconhecimento, fama e a busca por lisonjeamento. Ela é irmã de Malu (Fernanda Vasconcellos), que se diz apaixonada pelo playboy Maurício (Jayme Matarazzo). Completa o núcleo principal a corintiana Giane (Isabelle Drummond), que não tem muito jeito feminino e ama o florista Bento, que ama a it girl Amora. A história, como dá para perceber, tem meia dúzia de encontros e desencontros. Será recheada de mal-entendidos e personagens que carregam dúvidas do começo ao fim. À primeira vista,Sangue Bom não aposta em vilanias. Seus conflitos, que provocam o andar da coisa, muitas vezes serão motivados pelo contraste entre ser e ter, o querer ser e o querer ter. 

Outro fator que merece ser comentado é a comparação entre a trama e Malhação, como chegou a ser lembrada pelo público nas redes sociais logo que as primeiras cenas foram levadas ao ar. É claro que Sangue Bom, aparentemente, lembra a novelinha teen. Afinal de contas, assim como a protagonista Sophie Charlotte, boa parte do elenco do folhetim já passou por Malhação. Caso de Carolinie Figueiredo, que atua como publicitária na agência fictícia Class Mídia; Humberto Carrão, Bia Arantes e Fernanda Vasconcellos, o que deixa a vaga lembrança na cabeça do telespectador.

Nesse primeiro capítulo, Maria Adelaide e Villari foram até onde puderam na apresentação dos personagens, mesmo que isso tenha ocorrido em cenas curtas, com diálogos pouco importantes. O destaque ficou por conta de Marisa Orth, Ingrid Guimarães e da renomada Giulia Gam. A surpresa também veio por Mallu Mader, que deu as caras como uma mulher suburbana que criou o filho sozinha, o oposto de novelas anteriores, como Celebridade e TiTiTi, onde sempre foi presenteada pelos diretores com personagens de classe média. Já Sophie Charlotte e Fernanda Vasconcellos ainda precisam mostrar muito a que vieram. Essa última atriz, por exemplo, interpreta exaustivamente mais uma garota sofredora por um amor não correspondido, que sempre está com os olhos cheios de lágrimas. Haja drama!

Sangue Bom tem todos os ingredientes fundamentais que um folhetim precisa para decolar no ibope. Da direção de arte, passando pelo figurino, até o acabamento, tudo é caprichado. Não tem o humor pastelão e não cansa como Guerra do Sexos. E, embora tenha um ponto aqui e outro ali parecido com outras telenovelas, Sangue Bom parece seguir firme em busca de identidade própria.

Por: Murilo Melo (A Tarde)

Com Gentleman, Psy bate recorde mundial do Guinness.

A nova música de Psy, Gentleman, lançada em videoclipe no canal de vídeos Youtube no dia 13 de abril, garantiu ao rapper sul-coreano mais de 38 milhões de visualizações no primeiro dia de postagem. Com o resultado, Psy chega ao recorde mundial do Guinness, como o vídeo mais visto em 24 horas. 

A música fala de um gentleman (cavalheiro, em inglês) que tenta seduzir as mulheres durante uma noitada. A melodia é rítmica e o texto contém mais palavras em inglês do queGangnam Style - que, em sua maior parte, é cantada em sul-coreano.

O número de visualizações, semanas depois de seu lançamento, chega a 255 milhões, cerca de um quinto de sucesso anterior, Gangnam Style, que foi assistido 1,5 bilhão de vezes em nove meses e segura o título de vídeo mais visto online, vídeo mais curtido e primeiro vídeo a ter mais de um bilhão de visualizações.

Assista Gentlemen:

A expectativa é de que o número de visualisação aumente, já que Gangnam Style demorou dois meses para obter 100 milhões de visualizações e, segundo a revista Time, a música atual precisou de apenas quatro dias para atingir a mesma marca.

O videoclipe Gentleman ultrapassou Kony 2012, documentário em tom de denúncia sobre Uganda, e o senhor da guerra Joseph Kony, ambos considerados vídeos mais visto no mundo em 24 horas, principais detentores do Guinness World Records.

Patati Patata no SBT virou circo.

Silvio Santos e os palhações Patati e Patatá no Troféu Imprensa

Silvio Santos e os palhações Patati e Patatá no Troféu Imprensa

Toda a história que envolve os palhaços Patati Patata está bem na base do hoje tem marmelada.

Na semana passada, quarta-feira, durante a gravação do Troféu Imprensa, eles foram demitidos por Silvio Santos, quando estavam recebendo o prêmio. Isto, em meio a sorrisos, passando a todos a impressão de brincadeira. Mas não era.

No dia seguinte, todas as providências foram tomadas para a exclusão do programa da dupla, já a partir desta semana. E isto, de fato, veio a acontecer. Saíram do ar.

Toda a repercussão em cima do fato e o mal estar que isto vinha causando, provocou uma nova reunião do dono da emissora com o empresário da dupla, Rinaldi, nos camarins do Estúdio 3, da Anhanguera.

Como existem uma série de interesses em jogo, o caso foi revisto e um novo contrato – agora em bases diferentes, acaba de ser acertado. O SBT, inclusive, soltou há poucos minutos um comunicado, falando sobre o novo desfecho do caso.

Tal comunicado, no entanto, é falho pelas inverdades colocadas e que facilmente pode ser percebidas.

Leia abaixo o comunicado na íntegra:

A assessoria de comunicação do SBT esclarece que, ao contrário do que foi especulado, a dupla Patati e Patatá continua na grade de artistas do SBT, bem como em sua programação. Os palhaços irão apresentar o programa Bom Dia & Cia em revezamento com as duplasJean Campos e Matheus Ueta, Bozo e Vovó Mafalda, Maísa Silva e Ana Vitória.

Portanto, a dupla passa a integrar o time de apresentadores do programa Bom Dia& Cia já a partir da próxima semana, quando o infantil lançará novas brincadeiras e novos prêmios em sua roleta. "Procuramos manter a excelência do programa realizando um trabalho para todos os públicos, desde os bebês até os adultos", afirma a diretora de núcleo infantil do SBT, Silvia Abravanel.

Por fim, revelando que a informação oficial do SBT não bate com a realidade dos fatos, o empresário da dupla, Rinaldi Faria, também acaba de soltar um comunicado a respeito de tudo. Como se observa há um visível choque de informações. O SBT, depois de toda lambança, encontrou um jeito macarrônico de consertar o assunto.

Leia o comunicado do Patati Patatá:

Os empresários Silvio Santos e Rinaldi Faria, criador da dupla, têm mantido contato no intuito de encontrar a melhor forma de manter os palhaços mais amados do Brasil na grade da emissora, para que eles voltem ao ar em breve.

FLÁVIO RICCO - Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. Email: colunaflavioricco@uol.com.br

Filme 'Tão forte e tão perto’–MK indica.

Assisti ao filme "Tão forte e tão perto", com Tom Hanks e Sandra Bullock. Fantástico! Muito emocionante. Até chorei. O filme conta a história de um menino de nove anos que encontra uma chave misteriosa deixada para trás pelo seu pai (Tom Hanks), que morreu no World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. Com o objeto e o nome de quem precisa achar nas mãos, ele arma um plano para encontrar o que aquela chave abre.

Com direção do britânico Stephen Daldry, o mesmo autor de "Billy Elliot" e"As Horas", acho que vale a pena assistir "Tão Forte e Tão Perto".

Jatinho de Ivete Sangalo ganha sua marca.

Jatinho de Ivete Sangalo ganha sua marca

A cantora Ivete Sangalo postou, em seu perfil no Instagram nesta segunda-feira (29), foto de mais uma de suas viagens em seu jatinho particular, que utiliza para fazer shows e eventos por todo o país e chegar rapidamente para ver o filho Marcelo. No entanto, o que chamou a atenção dessa vez foi que ela personalizou seu avião, como as grandes estrelas costumam fazer. O jatinho agora possui a marca da cantora , o IS, iniciais de seu nome.

Bombas, pouca informação, muita emoção.

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Em tempos de “avalancha noticiosa pela internet” e críticas à cobertura jornalística das explosões em Boston nas TVs, vale aprofundar o debate: para que ainda serve uma TV com notícias 24 horas como a CNN e a Fox nos EUA ou a GloboNews, no Brasil? Como noticiar grandes eventos, desastres ou atentados, ao vivo pela TV, quando o público tem acesso constante a milhões de notícias verdadeiras e falsas pela rede?

Ainda há espaço para um meio de comunicação essencialmente uníssono e unilateral como a TV em um mundo cada vez mais interativo e participativo? Qual será o futuro de canais de notícias na TV como a CNN, Fox ou GloboNews?

Recentemente tive o privilégio de estar na sede mundial da CNN, em Atlanta (EUA), no exato momento em que as bombas explodiam em Boston. Pude testemunhar mais esse capítulo da história do jornalismo diretamente do “olho do furacão”, durante uma visita que foi parte de prêmio do Concurso de Jornalismo Universitário promovido pela CNN. Presenciei a mobilização de um verdadeiro exército de jornalistas e técnicos tentando fazer “jornalismo sério” na TV. Insisto no “tentando”, considerando os grandes desafios financeiros para manter uma gigantesca corporação como a CNN em meio à crise jornalística e econômica nos EUA e no mundo.

Era evidente que a tarefa era inglória. A competição da TV e do jornalismo sério com os novos canais informacionais da era digital como as redes sociais Reddit, Twitter ou YouTube, além de injusta, é frenética e feroz. Mas minhas dúvidas ou críticas em relação à qualidade do jornalismo produzido por TVs noticiosas como a CNN não se resumem aos erros ou acertos pontuais durante eventos ou desastres como as explosões em Boston. A grande questão transcende a esses momentos. Como manter um gigantesco e oneroso canal de TV com notícias 24 horas, um verdadeiro dinossauro informativo, diante de uma competição mais ágil e diversa, apesar de frágil e incerta em termos de seu conteúdo? Como manter esse enorme canal jornalístico quando nada de muito importante ou relevante acontece no mundo?

Ou seja, estou colocando em dúvida o papel da TV em tempos digitais. Mas também coloco em dúvida a participação do público na cobertura do atentado em Boston.

A crítica descreve a cobertura da imprensa – e em especial a cobertura televisiva – como desastrosa. Os jornalistas deveriam ter buscado informações mais apuradas e confiáveis durante ao pandemônio dos eventos. Mas será que o público concorda com a crítica? O que será que o público realmente espera da TV nessas grandes tragédias? Informação ou emoção?

Sempre sustentei que a televisão é essencialmente um veículo emotivo. Ao contrário de outros meios como os jornais, revistas ou livros, ligamos a TV para satisfazer necessidades prioritariamente emocionais. Pela TV queremos compartilhar a alegria e a dor com outras pessoas, sejam elas jornalistas, artistas ou outros telespectadores. Tanto faz. Ficamos grudados na telinha durante tantas horas para compartilhar a dor ou a alegria do momento – ao vivo e em cores.

TV para sobreviver

A informação na televisão é um acessório ao meio. O público recorre à TV para manter uma corrente emocional diante de alegrias ou adversidades. Isso talvez explique os erros recorrentes nas coberturas de desastres das emissoras com notícias 24 horas. E não é à toa. Afinal, ao contrário de outros profissionais que lidam com tragédias como os bombeiros, por exemplo, os jornalistas não se preparam para cobrir esses eventos. Acreditamos na capacidade desses profissionais para improvisar diante das câmeras ao vivo, durante 24 horas no ar, sem as mínimas condições de treinamento prévio ou de apoio de produção para apurar as notícias. A TV sempre confiou no seu maior poder, a capacidade de transmitir eventos ao vivo, com a capacidade de improvisar ou o “jeitinho” de seus profissionais.

E no passado, como as redes de TV tradicionais cobriam os grandes desastres? Elas suspendiam a programação normal para transmitir somente “boletins informativos” (breaking news)que duravam somente alguns poucos minutos? Dificilmente havia uma cobertura de qualquer evento durante 24 horas. Afinal, quem mudou, piorou ou melhorou: as TVs ou o público?

Em meio aos grandes eventos e desastres, exigir que a televisão seja um meio prioritariamente informativo é injusto com as características essenciais do meio televisivo. Seria o mesmo que exigir informações detalhadas sobre a morte de um ente querido, por exemplo, durante um velório. Nessas ocasiões queremos compartilhar emoções, a dor da perda, nos preparar para enfrentar um mundo sem aquele que amamos ou odiamos.

A TV talvez seja esta corrente de emoção que menospreza a informação, mas que privilegia a emoção. Não devemos jamais ignorar ou menosprezar a participação efetiva do público durante a cobertura de grandes eventos ou desastres. Se não somos todos idiotas, se não somos ingênuos inocentes, talvez as respostas para muitas dessas questões estejam no público da TV.

Se ainda assistimos aos canais com notícias durante tantas horas e dias nesses momentos trágicos, a resposta talvez esteja na “cumplicidade” do público com os erros e desacertos da cobertura jornalística. Nesses momentos de dor ou alegria, talvez não estejamos muito interessados em informações apuradas e precisas. Diante do medo e da incerteza, buscamos conforto e compreensão não nas palavras dos jornalistas, mas nas emoções compartilhadas pelas imagens da TV. Mesmo que sejam imagens tão limitadas, repetidas e incompreensíveis.

Buscamos na TV a solidariedade da conexão ao vivo e em cores não para entender o mundo, mas para sobreviver a ele.

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Antonio Brasil é jornalista, professor da Universidade Federal de Santa Catarina

Xuxa diz ao namorado que é viciada no 'negão'

Xuxa diz ao namorado que é viciada no 'negão'

Foto: Dilson Silva / Agnews

A apresentadora Xuxa pregou uma peça no namorado, o ator Junno Andrade. Ela estava acompanhada do amado na praia de Comandatuba, no Bahia, quando mandou uma mensagem intrigante. Xuxa contou a história em seu perfil no Facebook. “Gente... Vou falar uma bobeira, tá??? Afff, meu povo no escritório morre com minhas revelações pra vcs. Olha só?? Mandei uma msg pro Ju dizendo que tinha pedido no hotel lá na Bahia um "negão baiano". hahahaha Ele quase infartou ...hahahahaha Então!!! Negão baiano é brownie... hahahaha amei, tô viciada em negão baiano”, disse a Rainha dos Baixinhos, revelando sua paixão pelo negão.

Sucesso: Vai que dá Certo–Deu certo!

Vai que dá Certo acaba de ultrapassar a marca de 25 milhões de reais arrecadados com bilheteria. O valor é oito vezes maior do que o custo do filme – orçado em três milhões de reais.

Em seis semanas de exibição, a comédia de Fábio Porchat atingiu público de 2,39 milhões de espectadores segundo a Rentrak e faturamento de exatos 25 864 786,00 reais.

Vai que dá Certo é o maior sucesso do cinema brasileiro em 2013.

Por Lauro Jardim

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